Qual banco aceita terreno como garantia de empréstimo?

Bancos como Bari, Cash Me, Creditas, Pontte e Made aceitam terrenos de rua ou em condomínios como garantia, enquanto Inter e Santander restringem a operação a lotes em condomínios fechados. 

Ao selecionar a instituição correta, você acessa limites de crédito de até 60% do valor do bem com as menores taxas do mercado imobiliário. 

A aceitação exige que o terreno seja urbano, possua matrícula regularizada e esteja localizado em cidades com boa liquidez de mercado. 

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Quais bancos aceitam terreno como garantia

Várias instituições financeiras aceitam terrenos como garantia de empréstimo, mas a disponibilidade varia entre lotes de rua e em condomínios fechados. 

Entre os bancos que aceitam terreno como garantia, estão o Bari, Cash Me, Creditas, Pontte e Made, que aceitam ambos os tipos de terreno. 

No entanto, o Banco Inter e o Santander restringem a aceitação apenas a terrenos localizados dentro de condomínios fechados. 

A Creditas, em particular, limita a aceitação para terrenos de até 3 mil metros quadrados. Escolha bem para garantir as melhores condições no seu home equity.

Diferenças de critérios entre instituições

Os critérios das instituições financeiras para terreno como garantia são mais rigorosos que para imóveis residenciais, resultando em taxas de juros mais altas. 

O percentual de crédito liberado, conhecido como LTV, fica entre 35% e 50% do valor avaliado, enquanto casas e apartamentos alcançam até 60%. 

Bancos preferem terrenos em condomínios devido aos padrões construtivos, facilitando a avaliação da garantia. A aceitação limita-se a terrenos urbanos em cidades com boa liquidez. 

Cada empresa define suas condições, podendo variar de contrato pra contrato.


Por que nem todos os bancos aceitam terreno

Nem todos os bancos aceitam terrenos como garantia de empréstimo devido aos riscos envolvidos.

 Os critérios usados pelas instituições financeiras são rigorosos, pois terrenos têm menor liquidez e elevadas incertezas jurídicas sobre o uso após alienação

Por isso, bancos mais tradicionais, como C6 e Caixa Econômica, evitam essa modalidade. As condições financeiras para terrenos são mais complexas, aumentando a dificuldade de execução da garantia. 

Além disso, se o banco enfrenta problemas judiciais após um imóvel ser construído, isso torna a execução ainda mais complicada, elevando o risco no processo.


Tipo de terreno aceito pelos bancos

Os bancos aceitam dois tipos de terreno como garantia: terrenos de rua e lotes em condomínios. Bari, Cash Me, Creditas, Made e Pontte aceitam ambas as modalidades, enquanto Inter e Santander limitam-se a terrenos em condomínios. 
A preferência por lotes em condomínios se dá pelas condições construtivas que asseguram melhor avaliação. A Creditas, por exemplo, aceita terrenos com área máxima de 3 mil metros quadrados. 
Esse critério é importante na análise, garantindo que as condições sejam plenamente atendidas pelos bancos no momento da concessão do crédito.

Terreno urbano e regularizado

Para que um terreno seja aceito como garantia de empréstimo, ele precisa ser urbano e ter documentação regularizada, incluindo escritura pública e matrícula no Registro de Imóveis. 

Terrenos sem esses documentos são recusados, já que a falta deles impede a constituição legal da garantia. 
Além disso, terrenos em áreas de risco ou preservação ambiental não são aceitos. Imóveis rurais, como fazendas, geralmente não são elegíveis. 

Portanto, garantir que o seu terreno está regularizado é crucial para atender às condições das instituições financeiras.

Localização e liquidez do imóvel

A localização do imóvel é crucial para que ele seja aceito como garantia de empréstimo. Em cidades com mais de 100 mil habitantes, a liquidez é superior, o que permite a aceitação pelos principais bancos. 

Já em cidades com mais de 50 mil habitantes, a maioria das instituições bancárias também opera, mas em locais menores, a aceitação é restrita a poucos players, como C6, Cash Me, Daycoval e Santander. 

A menor liquidez dificulta a obtenção de taxas competitivas e limites de crédito elevados.

house Terreno com ou sem construção

Existem modalidades específicas para usar terreno como garantia de empréstimo, seja para construir do zero ou continuar uma construção. 

Bancos como Bari, Cash Me e Inter têm produtos que aceitam terreno sem construção, sem exigir averbamento. 

Se o imóvel já tiver construção, é ideal que ela esteja averbada na matrícula, pois isso pode garantir taxas de juros menores. 

Entretanto, algumas instituições, incluindo Daycoval e Galleria, aceitam terrenos onde a construção não está regularizada.

Bancos tradicionais costumam exigir que a construção no terreno esteja totalmente averbada e regularizada.

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Quanto os bancos liberam para terreno (LTV)

Os bancos costumam liberar crédito com garantia de terrenos com base em critérios rigorosos. Em geral, não atingir o limite máximo de 60% do valor de avaliação não é incomum, já que terrenos apresentam margens menores comparados a imóveis residenciais. 

Cada banco define suas próprias condições e modalidade de crédito de acordo com a situação do terreno. 

Instituições financeiras como a Emprestfin, por exemplo, aceitam terrenos bem documentados e urbanos, oferecendo crédito conforme a política interna de cada banco parceiro e as características específicas de cada lote.

Percentual médio liberado

Para terrenos situados em condomínios fechados, o percentual médio liberado de crédito é de cerca de 35% do valor avaliado. 

Esse percentual é menor comparado aos 50% oferecidos para casas de rua e 60% para apartamentos. 

Bancos como Inter, Bari e Cash Me, geralmente limitam o crédito a 50% para garantias gerais, resultando em condições mais conservadoras para lotes. 

A definição do valor exato liberado, ou LTV, depende da liquidez do ativo e da facilidade com que o banco pode comercializá-lo em caso de inadimplência.


Por que o terreno tem LTV menor

Terrenos são vistos como garantias de maior risco e, por isso, têm um LTV financeiro menor. 

A incerteza jurídica sobre futuras construções pode complicar a retomada em caso de inadimplência. 

Além disso, terrenos têm menor liquidez de mercado comparados a casas ou apartamentos, o que torna a execução da garantia mais lenta. 

No entanto, lotes em condomínios são preferidos, pois os padrões construtivos facilitam a avaliação e preservação da garantia ao longo do tempo.


Como funciona a avaliação do terreno

A avaliação do terreno é feita por engenheiros credenciados pelo banco, utilizando comparação com lotes semelhantes na região. 

Este método analisa critérios como características físicas do terreno, localização e benfeitorias existentes. A verificação também compara dados com a matrícula do imóvel. Determinar o valor total de mercado é crucial para definir o contrato de crédito. 

O resultado da avaliação é o que define o montante que a instituição financeira pode liberar. Com isso, a análise financeira completa garante um valor de mercado justo para o terreno.

Terrenos situados em condomínios fechados são bem aceitos pois as regras internas garantem um padrão construtivo que preserva o valor. 

Situações em cidades com mais de 100 mil habitantes aumentam o valor aprovado, já que esses mercados oferecem alta liquidez, atraindo o banco. 

Imóveis residenciais urbanos são preferidos pois são considerados garantias sólidas. Além disso, uma documentação completamente regularizada melhora as condições. 

Tais fatores são fundamentais para o banco aceitar o terreno como garantia de empréstimo.

A ausência de escritura pública ou matrícula no Cartório de Registro de Imóveis pode reprovar o terreno em qualquer avaliação financeira. 

Terrenos em áreas de risco, preservação ambiental ou zonas industriais têm poucas chances devido à baixa liquidez e riscos jurídicos. 

Pendências jurídicas graves do proprietário, como processos trabalhistas ou fiscais, reprovarão o contrato durante a análise. 

Além disso, dívidas de IPTU que não podem ser quitadas com o empréstimo são outro motivo de reprovação das condições propostas.

Vale a pena usar terreno ou outro imóvel como garantia?

Usar um terreno como garantia de empréstimo pode ser uma opção viável para acessar juros menores, embora seja aceito por menos instituições financeiras. 

Bancos como Bari, Cash Me e Inter consideram terrenos com maior risco jurídico e menor liquidez em comparação a imóveis prontos. Imóveis residenciais, como casas e apartamentos, são preferidos pelas instituições por terem avaliações mais simples e maior facilidade de revenda. 

Portanto, enquanto a modalidade de usar terreno é possível, imóveis geralmente oferecem condições contratuais melhores e aprovações mais rápidas dentro do sistema financeiro.

Diferença de taxas e valor liberado

Imóveis residenciais liberam até 60% do valor de avaliação, enquanto terrenos costumam liberar somente de 35% a 40% (LTV). 

A diferença nas taxas acontece porque a liquidez influencia diretamente na taxa de juros; imóveis de fácil venda, como apartamentos, garantem crédito mais barato. 

Já terrenos enfrentam menos concorrência entre bancos, resultando em juros mais elevados para esses contratos em comparação a imóveis prontos. 

Um imóvel residencial de alta liquidez pode ter taxas de 1,09% + IPCA, enquanto restrições para terrenos podem elevar o custo total do contrato.


Quando usar casa ou apartamento no lugar do terreno

Optar por usar uma casa ou apartamento como garantia imobiliária é ideal quando se busca liberar o maior capital possível ou necessita do crédito com rapidez. 

Casas e apartamentos, por serem vistos como bens “nobres”, têm melhor aceitação e podem ser oferecidos a dezenas de instituições financeiras. 

Já terrenos são uma escolha específica, indicados quando não há outros ativos disponíveis ou para projetos de construção no local. Imóveis prontos evitam avaliações conservadoras que os bancos aplicam a terrenos, garantindo contratos mais vantajosos.


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Dúvidas Frequentes

Avaliar essas opções ajuda na tomada de decisão, ampliando a compreensão sobre quando e como usar o terreno a seu favor.

Qual banco aceita terreno irregular?

Embora muitas instituições não aceitem terrenos sem escritura pública ou matrícula regular, bancos como Bari, Cash Me, Daycoval, Galleria e Made aceitam terrenos com construções não averbadas. 
No entanto, essas construções precisam estar na matrícula, o que oferece flexibilidade para quem busca financiamento. 
Em contrapartida, bancos como Santander e C6 são mais rigorosos e exigem que todas as irregularidades do terreno estejam resolvidas antes de aceitar como garantia. 
Portanto, ao considerar um banco que aceita terreno, é fundamental verificar os critérios específicos e o nível de flexibilidade de cada instituição.

Posso usar terreno rural como garantia?

Imóveis rurais, como terrenos de fazendas, são geralmente excluídos de aceitar como garantia de empréstimo por muitos bancos, pois raramente se adéquam às regras do Home Equity. 

O banco Libra é uma exceção entre as principais instituições, aceitando terrenos rurais como garantia. 

No entanto, o mercado de crédito com garantia imobiliária normalmente prefere terrenos urbanos. 

Esses lotes, situados em áreas com alta densidade populacional e boa liquidez de mercado, tendem a ser mais atrativos para os bancos. Garantir um contrato com terrenos rurais ainda é um desafio em muitos casos.

Terreno precisa estar quitado?

Não é necessário que o terreno esteja quitado para iniciar o financiamento, pois o novo banco pode usar parte do crédito para quitar a dívida existente através do interveniente quitante. 

O essencial é que o saldo devedor atual não ultrapasse o limite de crédito total aprovado. 

Normalmente, para terrenos, esse valor é inferior aos 60% aplicados em casas. 

É importante mencionar que algumas instituições, como o Santander, exigem que o terreno esteja quitado para ser usado como garantia de empréstimo em um novo contrato.

Quais são as condições para que o crédito possa ser solicitado?

Embora bancos ofereçam em média até 60% do valor de avaliação para imóveis prontos, quando se trata de terrenos, a proporção de crédito liberado é menor, entre 35% e 50%.

 Instituições como Inter, Bari e Cash Me geralmente liberam até 50% do valor do terreno, enquanto a Creditas considera terrenos de até 3 mil metros quadrados com critérios específicos. 

Grandes bancos como Itaú e Santander chegam a 60% para imóveis padrão, mas para terrenos, a avaliação é mais conservadora, aplicando redutores significativos na porcentagem liberada de crédito.

Vale a pena construir antes de pedir o empréstimo?

Sim, porque construir no terreno pode ser um grande trunfo ao pedir empréstimo. 

Bancos e fintechs tendem a oferecer taxas mais atraentes e limites de crédito maiores quando há uma construção averbada como garantia. 

Terrenos sem construção estão menos atraentes para as instituições, elevando custos na operação. Ao regularizar uma edificação, você aumenta a competição entre os bancos interessados na proposta. 

Assim, construir antes de buscar o empréstimo pode otimizar as condições financeiras oferecidas, aproveitando melhor seu terreno como garantia.